Marco Ribeiro

(Guanambi, BA) - Trabalha e reside em Fortaleza desde 2001. Já atuou como designer e diretor de arte e desde 2015 dedica-se exclusivamente ao ofício artístico. Sobre o papel, o artista cria grafismos em técnicas diversas como o desenho em nanquim e aquarela, a fotografia expandida, a escultura, experimentações com cimento e linha de algodão. Destacam-se as séries Escritos sobre Constâncio (2016/2017), Ponto de Fuga (2016/2017), Linhas Projetantes (2017), Cartas que escrevi pra mim (2017) e o projeto Desconcreto (2015/2016). Dedica-se também ao curso de Arquitetura e Urbanismo, escolha que dialoga bastante com seu trabalho artístico.  Integrou, em 2015, a exposição coletiva Elementa, em que apresentou sua série Mineralia, na Galeria Contemporarte, em Fortaleza/CE, em 2017, a exposição Conexões, na Galeria Vicente Leite e a XIX Unifor Plástica, ambas na capital cearense. Em 2016, realizou duas exposições individuais: Homônima, na Galeria Karla Osorio (Brasília/BSB), e Estrutural, na Galeria Contemporarte. Em 2017, participa em Fortaleza da XIX Unifor Plástica (coletiva) – Espaço Cultural Unifor e da mostra coletiva Conexões na Galeria Vicente Leite também em Fortaleza.Tem-se dedicado à produção de estruturas geométricas com instigante efeito visual e inegável potência estética na pintura em nanquim. A inspiração para muitos de seus trabalhos vem da vivência familiar com o avô tipógrafo, quando ele e os irmãos se impulsionaram à observação e ao desenho. Posteriormente, teve contato com a arquitetura brutalista brasileira, um encontro importante que fortaleceu sua relação com a geometria e o preenchimento do espaço. Encontro também importante foi com a obra do artista Sérvulo Esmeraldo, um dos pioneiros da arte cinética no Brasil, cujo trabalho com a linha e o movimento lhe inspira fortemente.